entretanto
O blog também fez anos e, em tom nostálgico, reproduzimos aqui o início, agora com foto a condizer. princesas a ervilha que eu temo és tu quem a sente? se eu assinto a escalada dessa pilha aclamada de colchões.
visitors #9, 10 & 11
incluindo visitantes inesperados e alguns cromos repetidos. O piano foi o rei da noite e o gato mudou de nome.
“eu sou artista, não vendo balões”
... diz o palhaço (no pun intended).
visitors #4 & 5
Não ligaram nenhuma ao piano e expulsaram o gato do sofá.
visitor #3
O flautista aventura-se pela harmonia e o gato bufa-lhe carinhosamente.
that’s the taste of neurons blinking
Só se despiu no primeiro dia mas brindou-nos com encores magníficos no segundo. De ouvir e chilrear por mais. Andrew Bird @Coliseu de Lisboa
solfejo
Quando era pequena ensinaram-lhe a contar o tempo de forma matemática. Lógica, limpa e mecânica. Já crescida, deu por si a tropeçar, desengonçada, nos momentos em que o ritmo se tornava mais complexo e surgia todo um arsenal de sinais confusos. Assumiu a sua culpa, ignorância e falta de destreza e, toda humildade, pediu aos … Continue reading solfejo
it is quiet
it is quiet my love I do not float away at your sight at your words at your matter of gray it is rooted my love like the ancient cool stream your reflection so close to the one I have seen and they're crappy, my love these words and the rhymes as it's born in … Continue reading it is quiet
a “manja” babada
A melhor banda do mundo na mais aconchegante das livrarias
amber waves
So I went by cause I had the time, and told the Northern Lights to keep shining they told me to tell you -- they're waving a tua outra ruiva
plasma
os pontos soltos que fui criando e dispondo por mim como uma constelação à espera de ser formada pequenas luzes dispersas que me lançaram na queda por não terem rectas que me guiassem encontrei linhas com laços e nós desfazendo-se sempre entre os dedos ansiosos agora calmos - ainda nus que apontam os pontos que … Continue reading plasma
a cave
deixava todos os dias a minha voz debaixo do tapete de entrada tu eras a cave eu a janela no espaço vazio cheio de ti cheio do meu medo de quem desceu aos infernos por lá ver centelhas. se havia palavras ficavam nos cantos e esquinas da sala no meio de tantos ais que sorri … Continue reading a cave
(sem título)
lembras-te, irmã das cruzadas desertos onde amámos a solidão e o silêncio e a nossa pele se tornou pedra com as areias que ninguém sacudiu das nossas pálpebras.
do 8 ao 9
cortes. trabalho. regressos. hospitais. amigos. mais trabalho. jardins. beijos. música. surpresas. pranto. mais hospitais. estradas novas onde já não me perco. limpeza. o que devia estar sempre esteve.
