It is a truth universally acknowledged that a zombie in possession of brains must be in want of more brains. Pride and Prejudice and Zombies, Jane Austen and Seth Grahame-Smith Darcy com larvas?
para gargalhadas sentidas nos transportes públicos – ou onde quiserem
Aziraphale: Oh, dear. It's him. Crowley: Him who? Aziraphale: The Voice of God. The Metatron. Pepper: No, it isn't. The Metatron's made of plastic and it's got laser cannon and it can turn into a helicopter. Wensleydale: That's the Cosmic Megatron. I had one, but the head fell off.
livros vs. filmes
A história é sobejamente conhecida e partilhada por muitos: Lemos um livro que adoramos, alguém se lembra de o adaptar para filme e ficamos profundamente desiludidos com o resultado - porque o enredo foi hollywoodzado ou porque o nariz de um qualquer actor não é como imaginávamos que a personagem o tivesse. Mas, e quando … Continue reading livros vs. filmes
eu sabia
Não querendo estragar as surpresas a ninguém, sobre o último livro do Harry Potter apenas tenho a dizer: eu sabia! Eu sabia que o ..... não era ..... Que o ..... ía ..... Que o ..... e o ..... eram ..... Só não estava à espera que .....
para pessoas que conheço e pessoas que conhecem pessoas
He had a theory that musicians are incredibly complex, and know far less than other artists what they want and what they are; that they puzzle themselves as well as their friends; that their psychology is a modern development, and has not yet been understood. E.M. Forster, A Room With a View
sempre foi a minha preferida
Because of the skin's ubiquity, its two square yards suffer the slings and arrows of fortune more than does any other part of the body. It survives our clumsiness, struggles with gravity, and deliberate violence. Abraded, bruised, even cut, it struggles to hold the insides in and the covering together. The very sensitivity that affords … Continue reading sempre foi a minha preferida
pim
A Aasha Rani é a personagem central do livro que ando a traduzir. A Aasha Rani é uma mulher-da-vida porque dorme com todos(as). A Aasha Rani é uma mulher-da-vida porque não me deixa dormir. Morra a Aasha Rani. Morra.
vendida
E ela olha para as quatrocentas páginas do livro que tem de traduzir sem se importar com a capa de romance cor-de-rosa.
recorde pessoal
Quatrocentas páginas em sete dias.
copião
Esqueçam lá as teorias que já tinham sido publicadas. Eu acho que o Dan Brown roubou a ideia para o Código da Vinci ao Clube das Chaves.
e eu que os deixava sempre a meio
Por aqui seguem-se recomendações de quem sabe. Acaba-se um... para começar outro...
Do it yourself best seller – As lições do Código da Vinci
Até o Jornal de Letras se rendeu e, na última edição, traz um estudo sobre este fenómeno editorial. Trezentos mil exemplares vendidos só cá em Portugal, é obra. E, pela experiência de quem o comprou, cada livro é emprestado a uma média de 4 pessoas que o devoram num instante. Confesso que li o livro … Continue reading Do it yourself best seller – As lições do Código da Vinci
Arthur C. Clarke – onde a religião encontra a ciência
O maremoto que assolou a Ásia e arrasou o Sri Lanka fez-me recordar o mais famoso habitante desta região, o muito britânico Arthur C. Clarke. A religião de que se fala no título não tem nada a ver com credos eclesiásticos. Religião é aquele sentir da unidade entre nós e tudo o que nos cerca, … Continue reading Arthur C. Clarke – onde a religião encontra a ciência
Ironia britânica
Leslie Charteris nasceu na Indonésia, educou-se em Inglaterra e aí começou a publicar os primeiros livros do Santo. Estávamos no início da década de 1920 e Simon Templar é uma espécie de Robin Hood que combate os mercadores da morte, como então se chamavam aos negociantes de armas. Elegante, anarca, tem a cabeça a prémio … Continue reading Ironia britânica
Se Shakespeare tivesse um computador portátil…
Há muitos séculos atrás, numa galáxia distante… melhor dizendo, antes que uma senhora inglesa se chateasse com o marido português e começasse a escrever longos livros chatérrimos sobre um adolescente imbecil chamado Harry Potter, o autor mais vendido em Inglaterra chamava-se Terry Pratchett. Claro que ser um top de vendas nada significa quanto ao valor … Continue reading Se Shakespeare tivesse um computador portátil…
enquanto o meu pai não escreve nada sobre o Pratchett…
(não quero, de forma alguma, que te sintas pressionado!) ...aqui vai uma citação do livro "Sorcery", que ainda não li, mas onde, pelos vistos, aparece novamente a Morte, aqui surpreendentemente sábia: "I meant," said Ipslore bitterly, "what is there in this world that makes living worthwhile?" Death thought about it. "CATS," he said eventually, "CATS … Continue reading enquanto o meu pai não escreve nada sobre o Pratchett…
A trilogia em cinco volumes
Esclareço que escrevo este texto no pleno uso das minhas faculdades mentais. Não bebi, não fumei nem ingeri sob qualquer forma nenhum produto com efeitos psicotrópicos. Esta trilogia é que é louca por natureza. The Hitchhiker's Guide To The Galaxy é um projecto de Douglas Adams que começou como programa de rádio, passou a livro … Continue reading A trilogia em cinco volumes
Ged, o feiticeiro que Harry Potter gostaria de ser quando for crescido
Only in silence the word, only in dark the light, only in dying life: bright the hawk's flight on the empty sky. -- «The Creation of Ea», in O Feiticeiro de Terramar de Ursula le Guin Creio que foi Isaac Asimov o primeiro escritor a lançar a moda das trilogias na literatura fantástica com a sua … Continue reading Ged, o feiticeiro que Harry Potter gostaria de ser quando for crescido
o deus da dança
A minha loucura é amor pela humanidade. Vaslav Nijinsky (1890-1950) Antes dos Nureyevs e dos Baryshnikovs, havia o Nijinsky. Bailarino e coreógrafo, genial e carismático, a sua sensibilidade extrema - vista pelo resto do mundo como fragilidade emocional - e o seu nervosismo fizeram com que, a pouco e pouco, tenha sido considerado como louco … Continue reading o deus da dança
