Lentamente vai nascendo em mim uma irritação em relação aos blogs. Com a sensação crescente de que há qualquer coisa de errado, de batota, nesta forma de comunicação. Deixem-me ir à minha infância para me ajudar a mim próprio a definir-me. No princípio havia a tabuada. No liceu, professores como o Palma Fernandes, ensinavam cálculo … Continue reading Da tabuada aos blogs
Ged, o feiticeiro que Harry Potter gostaria de ser quando for crescido
Only in silence the word, only in dark the light, only in dying life: bright the hawk's flight on the empty sky. -- «The Creation of Ea», in O Feiticeiro de Terramar de Ursula le Guin Creio que foi Isaac Asimov o primeiro escritor a lançar a moda das trilogias na literatura fantástica com a sua … Continue reading Ged, o feiticeiro que Harry Potter gostaria de ser quando for crescido
geração call center
Texto que o meu pai escreveu inicialmente para outro blog (traidor...!), o Truca, que podem encontrar nos links. A única coisa que tenho a acrescentar é que, no que toca à minha experiência corrente - apoio ao cliente - o espaço de manobra em relação ao contacto com o cliente é maior do que no … Continue reading geração call center
lullaby
shut your ears to the screaming silence of the night let your eyes give in to all the weight in your soul and sleep. dream as if you had never woken up.
o deus da dança
A minha loucura é amor pela humanidade. Vaslav Nijinsky (1890-1950) Antes dos Nureyevs e dos Baryshnikovs, havia o Nijinsky. Bailarino e coreógrafo, genial e carismático, a sua sensibilidade extrema - vista pelo resto do mundo como fragilidade emocional - e o seu nervosismo fizeram com que, a pouco e pouco, tenha sido considerado como louco … Continue reading o deus da dança
