...chegar a casa do trabalho e ter o House à minha espera todas as noites.
...chegar a casa do trabalho e ter o House à minha espera todas as noites.
(Só me dás trabalho, tu!) no more labour i must sit and savour in the knots you're putting inside my stomach (...) come a little closer to the engine motor i can love you so i'll love you so well
Your palm sweat, it isn't all that i can handle.
H: Um dos teus gatos é gay, não é? M: Sim. H: E o outro? M: O outro é preto.
[M, Chefe e Cromo Júnior conversam sobre assuntos de trabalho. Entra Cromo Mor] Cromo Mor: Como é que se escreve Lusíadas? Chefe: L-U-Z... M: S!!! Cromo Mor: Sim, mas eu queria saber se é com "a" ou com "e". Coro: "A". Chefe: Que parvoíce, claro que é com "s". Cromo Júnior: Sim, mas naquela época … Continue reading tragicomédia
Assistente: Onde é que se encontra a viatura? Segurado: Encostada ao passeio. Assistente: Mas onde? Segurado: Em Lisboa. Assistente: E onde em Lisboa? Segurado: Linda-a-Velha.
i better not call back give me a quick slap maybe i'll slam my teeth on your heart better not obsess better not forget i'm rich as i'll ever be
Licenciada em Literatura Comparada. Namorou durante 3 anos com um indiano. O irmão é gay. Oh, Deus.
Quinta do Panascal.
how the sky breaks into what we should've formed and we are no cloud no sun and we're no rainbow that's sure and we're no heat no street just a vapour in the fog it's the same sad love song and it's all right all wrong and we're too weak too strong to cut the … Continue reading charlotte series I
Uma e tal da manhã. Temporal. No terminal do Campo Grande uma camioneta da Barraqueiro que devia ter saído meia hora antes espera que passe a inundação na Calçada de Carriche para poder levar as pessoas para casa. Porque está a chover muito. Porque as pessoas só podem chegar a casa passando pela zona inundada. … Continue reading chuva
A Aasha Rani morreu. Pim.
... e aquele Shyamalan é lindo como tudo.
Há uma terra chamada São Paio da Farinha Podre. Adoro o meu emprego!
Fui festejar o Navratri no Sábado. Com um chaniya-choli gentilmente cedido por uma amiga de infância, entrei num templo a abarrotar de gente e sem ar condicionado. Um bocado como a Índia deve ser. Longe dos rituais demasiado sóbrios a que estamos habituados no ocidente, a noite foi passada entre danças intermináveis, orações cantadas e … Continue reading aasha rani power
O interior da prisão de Caxias é assustadoramente parecido com o interior do colégio de freiras onde andei.
A Aasha Rani é a personagem central do livro que ando a traduzir. A Aasha Rani é uma mulher-da-vida porque dorme com todos(as). A Aasha Rani é uma mulher-da-vida porque não me deixa dormir. Morra a Aasha Rani. Morra.
E ela olha para as quatrocentas páginas do livro que tem de traduzir sem se importar com a capa de romance cor-de-rosa.
Pessoa: Estou a falar com...? M: Marta Neto. Pessoa: Marinette? M: Não mas essa é muito boa, deixe-me anotar.
Só tu em mim renasces, sempre e a toda a hora: Por nunca te abraçar é que te tenho agora. R. M. Rilke
Ao fazer a ronda bloguística fui surpreendia por post amoroso de um velho amigo. Um grande beijinho ao Sano (repara como não te chamei Dé!) e que venha daí esse copo.
O Isaac está literalmente fechado. Onde é que as minhas mágoas vão ser afogadas?
Espasmolítico.