on signs

A childhood friend made me a business proposal that involves a fair amount of writing, on the same week I decided to resume the countless unfinished stories I’ve left abandoned inside a gazillion unfinished notebooks. We meet up at a nice café by a park lake for the briefing and brainstorming and I tell him about how I’m battering myself […]

Read More →

Levante

Como ser imune ao esfumar do corpo (apaga a luz) Tu de braço solto E eu a única elevada no banco de pescoço exposto à tua voz Há entrega num soltar dos ombros no leve descair contra teu peito (como se já tantas vezes o tivesse feito) e os teus dados passam seguros pelos meus a confirmar de relance que […]

Read More →